quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Não impressionas com a tua superioridade
Exageras com a tua ignorância...
Perderás com as tuas escolhas inúteis.
Nada serás neste mundo em vão,
nada sentirás quando a insconsciência voar..
estarás perdido por entre as sombras da paixão!
Foste amor,agora és desilusão.


terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Flutuar por entre as brumas do amor

Sentimento abstracto,retratado não como a forma mais sublime de se ter na vida, mas sim como o mero entusiasmante delírio evocado pelo eco do coração. Poder-se-ia tratar de um efémero palpitar da alma,mas não...é muito mais que isso.É a ilusão,a quimera,o desejo, o blasfemo,a cor de um sorriso,o brilho de um olhar, a voz do coração a suar por entre os sentimentos mais intensos,mais resguardados,mais retratados pela poesia da solidão!

E o que é tudo isto?! Não digo que se possa definir ou expressar numa só palavra,digo sim que são estes sentimentos que guiam a nossa mente, o nosso universo posterior à intensidade da chama da paixão!
Pois sim,é a paixão que teima em persistir, é ela que nos enfraquece,que nos retira toda a racionalidade, que empobrece o nosso sofrimento, que fraqueja quando a angústia quer partir para dar lugar à subtil noção de felicidade.
É em vão o ódio,o amor, é superfluo quando tuas palavras me tocam e desejam por me magoar por entre o teu mero sentimento de desprezo e ignorância. Quando teimas em renegar aquilo que a teu prazer seria orgulho nas comtemplantes indefesas de meu olhar, quando nem ousas sentiro eco da minha paixão,o blasfemo do meu sorriso e a angústia do meu olhar...
É em vão tudo aquilo que possa sentir por ti,mais inútil que o medo de minhas palavras em penetrar a tua alma. Enfim...
É inútil o amor, mais inútil que a paixão!

Lembranças perdidas!

Olhando as flores do teu paraíso,é possivel inspirar a sensação de te ter por perto.
Se a desilusão falasse mais alto,poder-te-ia dizer que lágrimas que derramo são rimas da minha saudade...
Olhando ao espelho o meu sorriso desvanece,o meu rosto inala o cheiro das obscenas palavras que um dia foram meras angústias,meras sensações do teu saber.
Sinto que a eloquência do teu sorriso,traz memórias tenebrosas,inesquecíveis de um passado moribundo do mundo invulgar em que teus pés ousaram habitar.
A morada da minha inspiração não habita longe,por que de facto, viver amarguradamente e mesmo assim ter coragem para adquirir compaixão pelo teu sorriso,não é a força da verdade, mas sim o sublime sentido de se saber inspirar.
Desiludo em meus versos,porque lágrimas me são perdidas,porque sorrisos já não existem e lembranças são reconstruídas...